Mujer Azul

Difuntos Correa

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Vejam todos a firmeza com que ela caminha Miren todos con la entereza que camina Esta mulher está com uma ferida aberta Esta mujer tiene abierta una herida Que mancha a terra Que tiñe la tierra Deixa um rastro que eu sigo como sua agonia Deja un camino que sigo como a su agonía

Vejam todos a firmeza com que ela caminha (parece intacta) Miren con la entereza que camina (parece intacta) Vejam como suas mãos estão frias Miren cómo sus manos están frías

Mulher azul (mancha a terra) Mujer azul (tiñe la tierra) Mulher azul (deixa um rastro) Mujer azul (deja un camino) Mulher azul (morte pálida) Mujer azul (pálida muerte)

No seu crime, a culpa foi do poder (costuma acontecer) En su crimen, tuvo culpa el poder (suele suceder) No seu crime, a culpa foi do poder En su crimen, tuvo culpa el poder No seu crime, a culpa foi do poder (costuma acontecer) En su crimen, tuvo culpa el poder (suele suceder) No seu crime, a culpa foi do poder En su crimen, tuvo culpa el poder

E quem viu Y los que vieron Engoliu o sangue Se tragan la sangre Se vivem, se morrem Si viven, si mueren Ninguém liga No importa a nadie É a justiça cega Es la justicia ciega

Vejam todos como a neblina engrossa Miren todos cómo se espesa la neblina Essa mulher, agora, é um corpo sem vida Esa mujer, ahora, es un cuerpo sin vida Jogado na terra Tirado en la tierra E quem viu herda a tristeza adormecida Y los que vieron heredan la pena dormida

Vejam todos a firmeza com que ela caminha (parece intacta) Miren con la entereza que camina (parece intacta) Vejam como suas mãos estão frias Miren cómo sus manos están frías

Mulher azul (neblina espessa) Mujer azul (espesa neblina) Mulher azul (herdam a tristeza) Mujer azul (heredan la pena) Mulher azul (morte pálida) Mujer azul (pálida muerte)

No seu crime, a culpa foi do poder (costuma acontecer) En su crimen, tuvo culpa el poder (suele suceder) No seu crime, a culpa foi do poder En su crimen, tuvo culpa el poder No seu crime, a culpa foi do poder (se a história é escrita com sangue) En su crimen, tuvo culpa el poder (si la historia se escribe con sangre) No seu crime, a culpa foi do poder (nunca termina) En su crimen, tuvo culpa el poder (nunca se acaba)

No seu crime, a culpa foi do poder (se a história é escrita com sangue) En su crimen, tuvo culpa el poder (si la historia se escribe con sangre) No seu crime, a culpa foi do poder (nunca termina) En su crimen, tuvo culpa el poder (nunca se acaba) Mulher azul Mujer azul

Informações da música

Composição: Sergio Gómez e Andrés Olivos

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