Dona Ana

Edson Amorim

  • A
  • B7
  • E
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Tom:
E B7 E A B7 Eu inventei essa modinha mais não pense que é minha invenção de uma moça com seu namorado
E B7 namorando na escuridão, mas de tão agarrado que estavam não deu pra conhecer a feição eu só sei
E B7 E B7 - E - B7 - E que atrás da igreja vejam só o que deseja o tal malandrão.
E B7 E A B7 Essas moças que ficam faladas pai e mãe não é culpado não, quando sabem que vai ter um baile já
E B7 começam numa xoração. Mamãe deixa eu ir lá na missa a veia cai na tapeação só vai si for com a
E B7 E B7 dona Ana que ela é mulher de consideração, mas não sabe que a tal dona Ana também é bacana
E B7 - E - B7 - E dentro do salão.
E B7 E A B7 Ela chega então La no baile, não demora vem um cidadão com cabelo caído na testa sem receio
E B7 pega na sua mão. La os dois dançam largados sem respeito dentro do salão eles dançam chote
E B7 E B7 rancheira também dançam samba tu isque e baião, mas se toca uma valsa bacana a tal dona Ana cai
E B7 - E - B7 - E na confusão.
E B7 E A Nesse verso eu peço desculpas pras mocinhas que não acharam bom, eu estou só dando um
B7 E conselho porque acho que é judiação. Tenho dó do pai de família ver sua filha em má situação
B7 E B7 E depois vai amolar o delegado que não é culpado da má intenção.
B7 E Merece por os dois na cana e até dona Ana merece prisão(bis) A - B - E
Informações da música

Composição: Indisponivel

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