Que o cotidiano não interrompa meus pensamentos Que no interrumpa lo cotidiano mis pensamientos Que não me deixem em vão sem meu sustento Que no me dejen sin mi sustento en vano Que o mundano não me prenda, se prefiro não estar quieto Que no me atrape lo mundano si prefiero no estar quieto Que não me coloquem num aperto por algo que não está nas minhas mãos Que no me pongan en un aprieto por algo que no esta en mi mano
Que não me consumam se consumo, sou um presente Que no me consuman si consumo, soy un regalo Que não espante a ninguém se eu mesmo me acusar Que no le cause a nadie espanto si yo mismo me acuso Que o mundano não me prenda, se prefiro não estar quieto Que no me atrape lo mundano si prefiero no estar quieto Que não me coloquem num aperto por algo que não está nas minhas mãos Que no me pongan en aprieto por algo que no esta en mi mano
Sou um vagabundo, sempre de passagem Soy vagabundo siempre de paso De aqui e de lá, do mundo todo De aquí de allá de todo el mundo Não tenho dono, não sou seu escravo No tengo dueño, no soy tu esclavo Um pouco de seu e do mundo todo Un poco tuyo y de todo el mundo
Sou um vagabundo, sempre de passagem Soy vagabundo siempre de paso De aqui e de lá, do mundo todo De aquí de allá de todo el mundo Não tenho dono, não sou seu escravo No tengo dueño, no soy tu esclavo Um pouco de seu e do mundo todo Un poco tuyo y de todo el mundo
Que o mundano não me prenda, se prefiro não estar quieto Que no me atrape lo mundano si prefiero no estar quieto Que não me coloquem num aperto por algo que não está nas minhas mãos Que no me pongan en un aprieto por algo que no esta en mi mano Que o cotidiano não interrompa meus pensamentos Que no interrumpa lo cotidiano mis pensamientos