C Diga-meEm Porque banalizam tanto o amorC Se já aos treze anos não há dorEm Que se arrime ao brio De um quarto soturnoC Sem pulsoC AfinalEm C Onde está o amanhãEm C Se o hoje morre agora?Em Posto que, ver-se-àC (Pausa) O quão sois sós(C Em) Diga-me Porque corromperam o coração Quando mais se aprazou apurar Que solitário é ser E não ter com quem dividir (C Em) *Até o final* Afinal Onde está o amanhã Se o hoje morre agora? Posto que, ver-se-à Ao não arredarmos nós O quão seremos sós.
Sois Sós
Guilherme de Sá
- C
- Em
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