[Intro] A E A D E AA D E A Ao passar outra vez por aqui e rever este antigo lugarD E A O meu pranto caiu de repente sem que agora pudesse evitarE A O ranger desta velha porteira no momento em que ela eu abriaE D E A E A Fez molhar o meu rosto com gotas que denotam a melancoliaA D E A E parece que dentro de mim dobradiças também se contraemD E A Não contenho os impulsos na hora que soluços de meu peito saemE A Com o batente agora comparo a minha alma um pouco cansadaE D E A Sem tramela a porteira batendo me machuca a cada pancada( A E A D E A )A D E A Vejo ainda gravado nas tábuas os entalhes que fiz na infânciaD E A Coração trespassado por flecha simboliza a paixão de criançaE A Vi que o tempo impiedoso não pôde desgastar o antigo mourãoE D E A E A Que resiste ao poder corrosivo enfrentando esta força do chãoA D E A Meu distante tempo de menino se perdeu nos caminhos da vidaD E A As lembranças retornam às vezes e de novo me abre as feridasE A É uma pena que eu não possa ser o mourão de madeira de leiE D A Resistente pela natureza imponente na sua firmezaE D E E Não conhece a dor da tristeza de lembrar o lugar que deixei!A D E A Ao passar outra vez por aqui e rever este antigo lugarD E A E A O meu pranto caiu de repente sem que agora pudesse evitar
Entalhe
Ivan Souza & Júlio César
- A
- D
- E
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