Dijo una voz popular
¿Quién me presta una escalera para subir al madero
Para quitarle los clavos a Jesús, el Nazareno?
Oh, la saeta, el cantar
Al Cristo de los gitanos
Siempre con sangre en las manos
Siempre por desenclavar
Cantar del pueblo andaluz
Que todas las primaveras
Anda pidiendo escaleras
Para subir a la cruz
Cantar de la tierra mía
Que echa flores
Al Jesús de la agonía
Y es la fe de mis mayores
Oh, no eres tú mi cantar
No puedo cantar ni quiero
A este Jesús del madero
Sino al que anduvo en la mar
Oh, no eres tú mi cantar
No puedo cantar ni quiero
A este Jesús del madero
Sino al que anduvo en la mar
Oh, no eres tú mi cantar
No puedo cantar ni quiero
A este Jesús del madero
Sino al que anduvo en la mar
Oh, no eres tú mi cantar
Disse uma voz popular
Quem me empresta uma escada para subir na cruz
Para tirar os pregos de Jesus de Nazaré?
Ah, a saeta, o cantar
Ao Cristo dos ciganos
Sempre com sangue nas mãos
Sempre para tirar os pregos
Canto do povo andaluz
Que todas as primaveras
Sai pedindo escadas
Para subir à cruz
Canto da minha terra
Que joga flores
Ao Jesus da agonia
E é a fé dos meus antepassados
Ah, não és tu o meu canto
Não posso cantar nem quero
A esse Jesus da cruz
Mas sim ao que andou sobre o mar
Ah, não és tu o meu canto
Não posso cantar nem quero
A esse Jesus da cruz
Mas sim ao que andou sobre o mar
Ah, não és tu o meu canto
Não posso cantar nem quero
A esse Jesus da cruz
Mas sim ao que andou sobre o mar
Oh, não és tu o meu canto
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