Em D7 G A sede de liberdade rebenta a soga do potroC D7 Que parte em busca do pago e num galope disparaC B7 Em Rasgando a coxilha ao meio mordendo o vento na caraD7 G Bebe horizonte nos olhos empurra aterra pra trásC D7 Já vai bem longe a figura mostra o caminho tenazC B7 Em Da humanidade sofrida que luta em busca da pazEm C B7 Em Vai potro sem donoAm C B7 Em Vai livre como euD7 G Se a morte lhe faz negaças joga na vida com a sorteC D7 Desprezo da própria morte não se prende a preconceitosC B7 Em Nem mata a sede com farsas leva um destino no peitoD7 G Nas seivas da madrugada vai florescendo a cançãoC D7 Aquece o fogo de chão enxuga o pranto de ausênciaC B7 Em Essa guitarra campeira velho clarim da querênciaEm C B7 Em C B7 Em Vai potro sem dono, livre como eu
Potro Sem Dono
José Claudio Machado
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