Dilúvio De Pinga

Kleber e Fernandes

  • A
  • B
  • E
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Tom:
E B A E De ressaca eu acordei e li no meu jornal,
B A E que ia ter chuva de cerveja no estado do pantanal,
A F#M B esvaziei a piscina, destampei a caixa d’ água,
A G#M F#M E no quintal cavei um poço, e “desteiei" a minha casa
B E Quando eu vi a trovoada meu “zóim" chega brilhava
A E e cada raio que caía era um copo que eu virava,
B E a “muierada" ta assanhada e eu nadando de braçada
A E e minha irmã e o chupa-cabra tão surfando na enxurrada.
A E B E Nunca vi a “bebaiada" tão feliz, chapando o côco sem gastar,
A E mergulhar nessa enchente eu sempre quis
B A E esse dilúvio “nóis" vamo “tomá".
B Mete o gole, mete o gole, mete o gole,
E B gole na “guéla", gole na “guéla", gole na “guéla"
A E se a chuva parar é pinga na “guéla" (2x)
E B A E De ressaca eu acordei e li no meu jornal,
B A E que ia ter chuva de cerveja no estado do pantanal,
A F#M B esvaziei a piscina, destampei a caixa d’ água,
A G#M F#M E no quintal cavei um poço, e “desteiei" a minha casa
B E pra isso ta acontecendo deve ter uma explicação,
B E São Pedro foi demitido, levou chifre ou ta doidão,
B E a bicharada ta de fogo, tuiuiú ta atolado...
A E jacaré ta se afogando e a sucuri estranhando o rabo.
A E B E Nunca vi a “bebaiada" tão feliz, chapando o côco sem gastar,
A E mergulhar nessa enchente eu sempre quis
B A E esse dilúvio “nóis" vamo “tomá".
B Mete o gole, mete o gole, mete o gole,
E B gole na “guéla", gole na “guéla", gole na “guéla"
A E se a chuva parar é pinga na “guéla" (2x)
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