Pátria de Campo

Leôncio Severo

Composição de: Anomar Danubio Vieira / Leôncio Severo
tom: E Afinação: E A D G B E
[Intro] C#m  C#7  F#m  B7  E  A  D#m7(5-)  G#7
 G#m7(5-)  C#7  F#m  B7  E  A   Frase C#m

C#m                         G#7
Um jeito “paysano" de sentar as garras
                            C#m
E o vento por farra tapeando o sombreiro
                           G#7
De algum entrevero a coragem e o tino
                            C#m
Topando o destino se forja um fronteiro

                          B7
Destapo mistérios na cisma da estrada
                         E
Campeando pousada num rancho florido
          C#m       A7       G#7
Bem donde a saudade se afoga na aguada
                        C#m       C#m, G#7, C#m
Da boca pintada de um beijo perdido

                               G#7
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
                          C#m
Sereno me acampo, com a alma num verso
                A7        G#7
Levanto morada num sul que é sinuêlo
                             C#m
Juntando “peçuelos" que andavam dispersos

           C#7                  F#m
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
            B7                E
Querência de tantos, iguais nesta lida
         C#m      A7       G#7
De pampa, cavalo, estância e rodeio
                       C#m
Que o choro do arreio é cantiga de vida

C#m                          G#7
A volta me aperta e eu dobro a parada
                             C#m
Pois tenho uma eguada que é até um desaforo
                       G#7
Esmagam novilho na boca do brete
                             C#m
E chegam de frente nas aspas do touro

                          B7
Se o tempo se enfeia na cãibra do laço
                          E
É num "cavajaço" que se aponta o rumo
         C#m       A7       G#7
Serviço "hay" de sobra, pra quem tem origem!
                             C#m       C#m, G#7, C#m
No fio da "Solingen" é que berra o consumo

                               G#7
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
                          C#m
Sereno me acampo, com a alma num verso
                A7        G#7
Levanto morada num sul que é sinuêlo
                             C#m
Juntando “peçuelos" que andavam dispersos

           C#7                  F#m
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
            B7                E
Querência de tantos, iguais nesta lida
         C#m      A7       G#7
De pampa, cavalo, estância e rodeio
                       C#m
Que o choro do arreio é cantiga de vida
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