Destinos

Luiz Marenco

  • A#
  • Am
  • Bm
  • C
  • D7
  • F
  • G
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Tom:
Intr.: G D7 C D7 G D7 C D7 G
G D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentro
C D7 G A querência eu levo dentro, o resto eu toco por diante
G D7 Podem me chamar de louco mas aprendi com os mais quebras
C D7 G A não galopear nas pedras nem pelear por muito pouco
F A# A lição número um eu aprendi com o meu pai
D7 G Quem não sabe pra onde vai, não vai a lugar nenhum
F A# Nunca refuguei bolada, se me toca me apresento
D7 G E tenho a crina esfiapada de galopear contra o vento
G D7 C D7 G D7 C B7m Am G
G D7 Do meu manancial de penas, quase todas se estraviaram
C D7 G Umas porque se agrandaram, outras por muito pequenas
G D7 Tive um antes e um depois quando me larguei a esmo
C D7 G De certo por isso mesmo os meus destinos são dois
F A# Destinos de um índio incréu sobre o mesmo coração
D7 G Um que me prende no chão, outro me puxa pra o céu
F A# Porém o que me arrebata é o destino de xirú
D7 G Em vez das pilchas de prata, as garras de couro cru
G D7 C D7 G D7 C D7 G
G D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentro
C D7 G A querência eu levo dentro, o resto eu toco por diante
G D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentro
C D7 G A querência eu levo dentro e o resto eu toco por diante (3x)
D7 C Bm Am G
Informações da música

Composição: Jayme Caetano Braun e Luiz Marenco

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