Intr.: G D7 C D7 G D7 C D7 GG D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentroC D7 G A querência eu levo dentro, o resto eu toco por dianteG D7 Podem me chamar de louco mas aprendi com os mais quebrasC D7 G A não galopear nas pedras nem pelear por muito poucoF A# A lição número um eu aprendi com o meu paiD7 G Quem não sabe pra onde vai, não vai a lugar nenhumF A# Nunca refuguei bolada, se me toca me apresentoD7 G E tenho a crina esfiapada de galopear contra o ventoG D7 C D7 G D7 C B7m Am GG D7 Do meu manancial de penas, quase todas se estraviaramC D7 G Umas porque se agrandaram, outras por muito pequenasG D7 Tive um antes e um depois quando me larguei a esmoC D7 G De certo por isso mesmo os meus destinos são doisF A# Destinos de um índio incréu sobre o mesmo coraçãoD7 G Um que me prende no chão, outro me puxa pra o céuF A# Porém o que me arrebata é o destino de xirúD7 G Em vez das pilchas de prata, as garras de couro cruG D7 C D7 G D7 C D7 GG D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentroC D7 G A querência eu levo dentro, o resto eu toco por dianteG D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu me concentroC D7 G A querência eu levo dentro e o resto eu toco por diante (3x)D7 C Bm Am G
Destinos
Luiz Marenco
- A#
- Am
- Bm
- C
- D7
- F
- G
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