D A7 D Quem semeia ventos colhe tempestadesA7 D Eu que semeei ternuras só colhi saudades. (2x)A7 Sou um triste semeador de mãos cansadasD Escassas messes para os tempos do futuroAm D7 G O meu pão de cada dia se faz duroA7 D E me alimento das aparas de meus nadasA7 Lavrei nas pedras minhas vergas de mal traços.D E da rabiça dos arados sobram calosAm D7 G Perco as colheitas com que sonho e só me embalo.A7 D Raras espigas como filhos nos meus braçosD A7 D Quem semeia ventos colhe tempestadesA7 D Eu que semeei ternuras só colhi saudades. (2x)A7 Desenho mapas de fartura nas mãos grossasD Semeio e planto por ser este o meu destinoAm D7 G Embora saiba como sei desde meninoA7 D Que aves daninhas colherão as minhas roças (Solo)A7 Sou um triste semeador de mãos cansadasD Esparsas messes para os tempos do futuroAm D7 G O meu pão de cada dia se faz duroA7 D E me alimento das aparas de meus nadasA7 Lavrei nas pedras minhas vergas de mal traços.D E da rabiça dos arados sobram calosAm D7 G Perco as colheitas com que sonho e só me embalo.A7 D Raras espigas como filhos nos meus braçosD A7 D Quem semeia ventos colhe tempestadesA7 D Eu que semeei ternuras só colhi saudades. (2x)
Balada do Semeador
Mário Barbará
- A7
- Am
- D
- D7
- G
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