Esta história vem do tempo do império
Do mesmo berçário da maternidade
Dois recém nascidos foram sem saber
O pivô de um drama de paternidade.
Um nasceu bem forte, outro nasceu morto
E a mãe com astúcia praticou uma fraude
Sem que alguém notasse foi a outra cama
Trocou os meninos e formou-se um drama
Pra saber quem era a mãe de verdade
Foram a presença do imperador
Que teve uma ideia muito inteligente
Já que as duas dizem ser mãe
Verdadeira vou cortar ao meio esse inocente
Cada uma fica com sua metade
Pois uma das mães ficou bem contente
Mais a outra disse eu me retiro
Fique com o menino, perder eu prefiro
Mas quero meu filho vivo para sempre
Ficou bem provado que a segunda mãe
Era realmente a mãe de verdade
O amor materno vai ao sacrifício
Para dar ao filho a felicidade.
Esta velha história serve pra provar
O poder do amor na natalidade
Quem deu vida a vida de alguém na vida
Só mesmo quem sabe é a mãe querida
O maior amor da humanidade
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