Dm7 É a festa dos negros coroados No batuque que abala o firmamento É a sombra dos séculos guardados É o rosto do girassol dos ventosDm7 É a chuva, o roncar de cachoeiras Na floresta onde o tempo toma impulso É a força que doma a terra inteira As bandeiras de fogo do crepúsculoG7 Bbm6 Quando o grego cruzou GibraltarA7 D7 Onde o negro também navegouG7 Bbm6 A7 D7 Beduíno saiu de Dacar e o Viking no mar se atirouG7 Bbm6 Uma ilha no meio do marA7 D7 Era a rota do navegadorG7 Bbm6 A7 D7 Fortaleza, taberna e pomar num país Tuaregue e NagôDm7 É o brilho dos trilhos que suportam O gemido de mil canaviais Estandarte em veludo e pedrarias Batuqueiro, coração dos carnavaisDm7 É o frevo a jogar pernas e braços No alarido de um povo a se inventar É o conjuro de ritos e mistérios É um vulto ancestral de além-marG7 Bbm6 Quando o grego cruzou GibraltarA7 D7 Onde o negro também navegouG7 Bbm6 A7 D7 Beduíno saiu de Dacar e o Viking no mar se atirouG7 Bbm6 Era o porto pra quem procuravaA7 D7 O país onde o sol vai se pôrG7 Bbm6 A7 Dm7 E o seu povo no céu batizava as estrelas no sul do Equador
Tuaregue e Nago
Monica Salmaso
- A7
- Bbm65
- D7
- Dm75
- G7
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Tom: