Cantiga de Rio e Remo

Os Angüeras

  • A
  • B7
  • Bm
  • E
  • E7
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Tom:
E Oia o dourado...
B7 Que bateu no espinhel,
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé. (x2)
B7 Esta cantiga é muito antiga, é muito amiga
E E me acompanha desde o dia que nasci.
Bm E7 A Leva a canoa quando eu saio noite a fora
E B7 E Pescando estrelas no uruguai ou no ibicuí.
B7 Óia o dourado que bateu no espinhel
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé. (x2)
B7 Ela é remanso, é cachoeira, é lua cheia
E Ela é piava, ela é dourado, é surubi
Bm E7 A Ela é o espanto do piá que a vez primeira
E B7 E Tirou das águas para o solo um lambari
B7 Óia o dourado que bateu no espinhel
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé. (x2)
B7 É o pão na mesa para a fome de quem pesca
E O peixe arisco da aventura que há de estar
Bm E7 A Na voz humilde de quem canta esta cantiga
E B7 E Sem outro sonho que não seja o de pescar...
B7 Óia o dourado que bateu no espinhel
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé. (x2) Óia o dourado... Óia o dourado... Óia o dourado...
B7 Que bateu no espinhel,
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé.
B7 É o pão na mesa para a fome de quem pesca
E O peixe arisco da aventura que há de estar
Bm E7 A Na voz humilde de quem canta esta cantiga
E B7 E Sem outro sonho que não seja o de pescar...
B7 Óia o dourado que bateu no espinhel
E Trás a canoa que rio fundo não dá pé. (x2) Óia o dourado... Óia o dourado... Óia o dourado...
Informações da música

Composição: Silva Rillo e Jose Bicca

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