D A7 D Dorme o sol à flor do Chico, meio-diaD7 G D7 G Tudo esbarra embriagado de seu lumeA7 B7 Dorme ponte, Pernambuco, Rio, BahiaE A7 Só vigia um ponto negro: o meu ciúmeD A7 D D7 O ciúme lançou sua flecha pretaG D7 G E se viu ferido justo na gargantaA7 B7(9-) Quem nem alegre nem triste nem poetaE7 A7 D Entre Petrolina e Juazeiro cantaBm7 E7 Bm7 E7 Velho Chico vens de MinasBm7 E7 F# De onde o oculto do mistério se escondeuG7M C7M Bm7 E7 Sei que o levas todo em ti, não me ensinasG A7 D E eu sou só, eu só, eu só, euD A7 D D7 Juazeiro, nem te lembras dessa tardeG D7 G Petrolina, nem chegaste a perceberA7 B7 Mas, na voz que canta tudo ainda ardeE E7 A7 Tudo é perda, tudo quer buscar, cadêD A7 D D7 Tanta gente canta, tanta gente calaG D7 G Tantas almas esticadas no curtumeA7 B7 Sobre toda estrada, sobre toda salaE7 A7 D Paira, monstruosa, a sombra do ciúme
o ciume
Pierre Simões
- A7
- B7
- B7(9-)
- Bm7
- C7M
- D
- D7
- E
- E7
- F#
- G
- G7M
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