• Am
  • B7
  • C
  • E7
  • Em
  • G
Continua depois do anúncio
Tom:
Em Am Num rincão pampa de sombra mora um velhito e deus
Em Mal sabe onde estão os seus mas sabe muito da vida
B7 Vive das almas que cruzam e apeiam na porteira
Em Na calma das corticeiras de promessas esquecidas
Em Am Vez por outra algum campeiro numa volta de domingo
Em Desencilha e solta o pingo pra pastar um bom do verde
C G E lhe chega de visita pra um mate com pouca erva
B7 Em Pois isso tem de reserva pra um amigo matar a sede
E7 Am Dizem que foi capataz de uma estancia no seival
Em Que amansou muito bagual com jeito e laço nos tentos
Em Am G B7 Que estendeu tropas pesadas por estradas e arroios
Em Mas assim feito os aboios se perdeu na voz dos ventos
E7 Am Foi mansidão de olho d'agua quando lhe foi boa vida
Em Fúria de sanga crescida quando a morte fez costado
Em Am G B7 Dizem que paga os pecado que cometeu quando moço
Em Mas não há fundo de poço que não tem algo guardado
Em Am Alma de rancho nos olhos sabe da vida e lhe basta
Em Coração manso que pasta na mesma sombra que os bois
B7 Que talvez hoje ainda valham bem mais que a própria existência
Em De quem já teve querência um antes e um depois
Em Am Todos sabem que o velhito morador das corticeiras
Em que as vezes abre a porteira quando o cusco avista alguém
C G neste fundo rincão pampa mora uma alma esquecida
B7 Em que espera pouco da vida que lhe deu pouco tambem
Informações da música

Composição:

Essa informação está errada?

Enviar revisão