(intro) Dm E7 Am Bm7(b5) E7 Am F7 E7Am E7 Am E7 Am O mundo me condena, e ninguém tem penaE7 Falando sempre mal do meu nome Deixando de saber se eu vou morrer de sedeAm F7 E7 Ou se vou morrer de fomeAm E7 Am A7 Mas a filosofia hoje me auxiliaDm A viver indiferente assimE7 Am Nesta prontidão sem fimBm7(b5) Vou fingindo que sou ricoE7 Am Pra ninguém zombar de mimE7 (F7) E7 Não me incomodo que você me digaA7 Que a sociedade é minha inimigaDm Am Pois cantando neste mundoE7 Am Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundoE7 (F7) E7 Quanto a você da aristocraciaA7 Que tem dinheiro, mas não compra alegriaDm Am E7 Há de viver eternamente sendo escrava dessa genteAm E7 Que cultiva hipocrisia
Filosofia
Seresteiros Rios Ao Luar
- A7
- Am
- Bm7(b5)
- Dm
- E7
- F7
Tom: