Am F E7 Am Um potro baio galopa no rumo de meu olharDm Mas não tem potros a tropa que inda vejo a caminharE7 Am E7 Am Quem dera que fosse xucra, quem dera que fosse forteE7 Am F E7 Am Mas a força é de quem lucra as custas de vida e morte.Am F E7 Am No campo envolto em neblina o boi brasino se escondeDm Mas meu peito desatina com ecos de não sei ondeE7 Am E7 Am Quem dera fossem debandas, quem dera fossem de sinosE7 Am F E7 Am Mas são gritos de quem manda desapropriando destinos.Am F E7 Am Em truco e jogo de osso a vida pára o momentoDm Pois não há água de poço que se agite com esse ventoE7 Am E7 Am Quem dera fosse ligeiro, quem dera que fossem novoE7 Am F E7 Am Mas vento não tem parceiro e quebra os passos do povo.Am F E7 Am Meus olhos de boitatá campeiam vida no escuroDm Querendo sempre aluminar o caminho mais seguroE7 Am E7 Am Quem dera que fosse perto, quem dera que fosse claroE7 Am F E7 Am Mas eu que rondo liberto, alerto, canto e não paro.Am E7 Am E7 Am Não há razão que se esconda, não há sonho que suporteE7 Am F E7 Am Meus olhos andam em ronda pra saber de vida e morte!
Xucra e Forte
Shana Müller
- Am
- Dm
- E7
- F
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