Estava eu no meio da noite à beira de uma tasca
E a bruma cheia de si se fidelizava de minh'alma
Displiscentemente escondida
Quando um tênuo fio vermelho de luz
Para dentro daquele soturno lugar
Me guiou
Pois miro esta beldade de costas desnudas
A insinuar-se na barra deste bar da noite
Esta rapariga está cerdada de gajos que bajulam a ela com gosto feroz
Como quem nada deseja já estou mais pertinho dela para poder lhe falar algo de tentador
Quando um gaijo atroz se aperturba demais e me diz que não é bem assim que se faz
Tu tens que enfiar-te no rabo daquela bicha grande e esperar sua vez, meu nobre rapaz
Esta baladeira está a fuder de desgosto
Meu depauperado coração deposto
Ai, esta baladeira vai gratinar certinho
Este meu órgão de reprodução
Esta baladeira me fez um quitute fritinho
Do meu esfolado coraçãozinho
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