C#m Cumprindo o destino o velho BraulinoA7 G#7 Entregou a tropa e de novo largouA7 Com duas gateada e uma zaina folgadaG#7 C#m Numa noite estrelada solito voltou.C#m Com a plata no cinto na mala a bolachaA7 G#7 No carnal dos pelegos a graxa de um quartoA7 Um poncho emalado cor de noite por foraG#7 C#m Por dentro qual fosse um sol colorado.B5(9) Ao bandear a cancela da estância pra estradaC#m Viu que as duas gateadas deram volta pra trazA7 Renegando a querência num bufido tão forteG#7 C#m Que talvez fosse a morte numa cruz a rondar.B5(9) Atacou as gateadas virando a cabeçaEm Estralando a soiteira do arreiadorAm Em E lua crescente com a metade da caraB7 Em 2X Pitando de prata o chão do corredor. II Parte:G Uma nuvem de poeira com calor de norteB7 Em Arrepiou o espinhaço do Braulino tropeiroAm Em Viu que o laço estendido trazia de arrastoB7 Em 2X Se bolcando nos pastos o corpo de um guerreiro.G Se lançou na estrada com breu na memóriaB7 Em E a história contada até hoje o conduzAm Em Voltou no outro dia pra campear o laçoB7 Em 2X E achou remalhado atado na cruz. Int.: II Parte:C Cumprindo o destino o velho BraulinoB5(9) C Em Entregou a tropa, solito voltou.
Remalhado
Volmir Coelho
- A7
- Am
- B5(9)2
- B7
- C
- C#m4
- Em
- G
- G#74
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