É na vanera que eu vou pra sala
De sapateio na madrugada
Sou da fronteira nasci campeiro
Sou bom de dança sou fandangueiro
Esta vanera
Tem o jeitão desta terra
Tem a ginga da morena
Nas manhãs de primavera
Esta vanera
Tem o jeitão desta terra
Tem a ginga da morena
Nas manhãs de primavera
Ao lonquear a carne gorda
De um churrasco mal passado
Dou um tombo na farinha
Pra enxugar o sangue escaldado
Oiga-lê boia campeira
Pra o estradeiro estropiado
No engraxar do bigode
Golpeio a guampa de canha
Dando um tempero especial
Às refeições da campanha
Bamo encostando a carreta
Talhando espeto em taquara
Campeio a lenha pra o fogo
Espeta o chibo nas varas
Apruma a trempe pra o mate
Aquento arroz carreteiro
Depois de bucho chinchado
Seguimo estrada parceiro
Bamo encostando a carreta
Talhando espeto em taquara
Campeio a lenha pra o fogo
Espeta o chibo nas varas
Apruma a trempe pra o mate
Aquento arroz carreteiro
Depois de bucho chinchado
Seguimo estrada parceiro
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