Intro: D Em A D Em A D Bm A D Bm A D
D A
Chapéu tapeado pra enxergar de ponta a ponta
D
Lenço vermelho, bandeira de um maragato
A
Estampa guapa, tronqueira do nosso Estado
D
Enforquilhado num baio "ovo de pato"
A
Espora buena, "buzinuda", tilintando
D
Marca o compasso do meu pingo troteador
(G) A
Jeito atrevido de quem vem pedir "bolada"
D
Alma "tisnada" da poeira do corredor
E A
Trago em reponte batidas de algum cincerro
E A
Gritos de forma, por isso sou da fronteira
G C D
Meu berço xucro, sagrado torrão sulino
A D
Onde um teatino cheira à terra de mangueira
( E B7 E C#m B7 E A D A D A D )
D A
Me criei taura laçando e boleando potro
D
E abrindo a perna de alguma "bolcada" feia
A
Quando preciso, abro o peito, companheiro
D
Por que um fronteiro não se "enreda nas maneias"
A
O meu cantar fala de doma e campereada
D
A minha voz é xucra igual berro de touro
(G) A
E as minhas penas são queimaduras de laço
D
Que num "guascaço" nos deixa marcas no couro
( D A D )
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