O açoite fez a mágica do misturar.
Abençoe o povo de todos os santos.
O trabalho da Bossa, do sonho e do Carnaval,
E da negra, elegância no sambar.
Meu ofício nesse mundo é encantar.
Jogo um feitiço em quem se arrisca a me olhar.
Depois me entrego feito estrela cadente,
Que, ao anoitecer, se lança inteira no ar.
Alfaiate da noite estrelada, eu sou.
Navegador da madrugada, eu vou.
Trovador de uma esquina boêmia.
Eu sou o ser brasileiro.
Um beijo roubado de amor, eu dou.
Estandarte da mais pura coragem, eu sou.
Um jeito maroto de improviso, eu dou.
Sou o ser brasileiro.
Emaranhado, o meu cabelo não sei onde vai parar.
A paixão no vidro. Brigo, amo, morro.
Sou do norte, sou do sul, sou do lado de lá.
Sou do centro, sou das beiras, sou de matar.
Caravela, sangue, batuque, sons da floresta,
O homem branco ajudou a temperar.
Sou luz, sou lua, sou festa, sou fantasia.
Sou a força, mas sou leve como o ar.
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