A humanidade ainda vive à mêrce de tiranos homicidas
Que fazem da terra um campo de guerras
Semeando a devastação
Plantando no solo sementes radioativas
Que no futuro darão um fruto
Chamado auto-extinção
E o que resta de lindo acabará sumindo para dar lugar
À uma terra deserta, uma ferida aberta com poucas chances de cicatrizar
E a raça humana, religiosa ou profana
Irão todos padecer
Sobre o solo radioativo se restar alguém vivo
Jamais irá esquecer
Que o planeta azul se transformou
Num imenso jardim
Maltratado jardim, atômico jardim de cogumelos
E que fomos todos vítimas
De impensados duelos
Inocentes vítimas...inocentes vítimas...
Hiroshima, o primeiro passo da destruição
Houve tantas mortes, qual foi a causa-mortis ?
Mas, não aprenderam a lição
E se fizerem alguma besteira será tarde demais
Estará tudo acabado, tudo assassinado..
Tanto homens, como animais...
E quando o céu não resistir
E chorar sobre nossas cabeças
A chuva negra, não se esqueça...
Que tudo isso não é obra da natureza,
Mas tudo isso não foi obra da natureza...
E esta chuva negra...
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