Enquanto o Sol se escondia roubando do céu o azul
A imensidão sem fim parecia cruzar o norte ao sul
E-ainda que a linha distante tentasse manter à vista
O sopro desfez desse instante à vontade que resista
Por mais que o olhar ao longe insista em querer voar
Por quanto essa paz de monge tente não se abalar
Por toda voz que se solte, queira o mundo tomar
Por todo desejo que volte de tudo para seu lugar
A pedra não se moveu, o tempo não esqueceu
A esperança de um dia ser aquele que não sou mais eu
Dessas grades vejo apenas onde já não posso ir
Essas asas já sem penas só me servem pra cair
Mas por dentro uma vontade, teimosa não quer deixar
Como num sonho de liberdade, um dia poder voar
Como num sonho de liberdade, um dia poder voar
E a pedra não me moveu, o tempo não me esqueceu
Mais ainda espero aquele dia em que não serei mais eu
Dessas grades vejo penas onde já não posso cair
Essas asas apenas não me servem mais pra ir
E adentro na vontade, teimoso de me deixar
Como num sonho de liberdade pra um dia poder voar
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