Eu me respondo a confusões, atravanco minhas mágoas
Eu não me vejo em beijo em forma, segunda-feira engarrafada
Engrandeço um pedaço louco de um tijolo solto num momento de fazer canção
Que não tem chão, que não tem fala, é som palavra rachada
É pediqué, de rapidé, de barangolé inté minha encruzilhada
Loucos segredos escondidos, em formas de vida de palavras soltas
Gramaticais muito loucas, fonemas brailes de comunicação
Penetrantes como faca em paixão, mórbida certeza de não dizer que fala
De não falar que diga, de não traduzir o peito, de não dizer direito
O que se sente não está na mente não é fonema não tem forma
Não me explica eu não quero, prefiro assim fechando os olhos
Quero sentir a dor no peito, o som do leito, a chuva em brasa
A nevoada que me escuresse a vista a primeira vista encontro o canto rouco
De uma loucura intuitiva abriga, e briga ao repetir
É matemático esculático
É soma fração foneminais
Que toma vida e te domina
Você não sente nunca mais
Mais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
Tenha acesso a benefícios exclusivos no App e no Site
Chega de anúncios
Mais recursos no app do Afinador
Atendimento Prioritário
Aumente seu limite de lista
Ajude a produzir mais conteúdo