Pras bandas do poente, ergueu-se uma barra
Calou-se a cigarra, assim, de repente
E um som diferente ponteou de guitarra
E um som diferente ponteou de guitarra
Lá longe, bem longe faísca e troveja
Silêncios de igreja com ecos de bronze
Nas preces do monge, no amém do assim seja
Nas preces do monge, no amém do assim seja
Tropeando a lonjura, o tempo que berra
Farejo mais serra que o vento procura
A chuva madura traz cheiro de terra
E a chuva madura traz cheiro de terra
O tempo desaba, o mundo se adoça
Na água que empoça, mais mansa ou mais braba
A seca se acaba e tudo remoça
A seca se acaba e tudo remoça
Nas almas sedentas não é diferente
As barras do poente que se erguem violentas
Depois das tormentas, acalmam a gente
Depois das tormentas, acalmam a gente
Se as safras perdidas tivesse gargantas
Podiam ser santas nas searas da vida
São tão parecidas as almas e as plantas
São tão parecidas as almas e as plantas
Tropeando a lonjura, o tempo que berra
Farejo mais serra que o vento procura
E a chuva madura traz cheiro de terra
E a chuva madura traz cheiro de terra
O tempo desaba, o mundo se adoça
Na água que empoça, mais mansa ou mais braba
A seca se acaba e tudo remoça
A seca se acaba e tudo remoça
A seca se acaba e tudo remoça
A seca se acaba e tudo remoça
Mais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
Tenha acesso a benefícios exclusivos no App e no Site
Chega de anúncios
Mais recursos no app do Afinador
Atendimento Prioritário
Aumente seu limite de lista
Ajude a produzir mais conteúdo
Enquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClub